sismograma serve para:
- retirar informações sobre as características das zonas terrestres atravessadas pelas ondas sísmicas.
- determinar o hipocentro, o epicentro e a energia libertada no foco.
1º são registadas as ondas P ------- > velocidade e < amplitude.
2º são registadas as ondas S ------- < velocidade e > amplitude.
3º são registadas as ondas L ------- < velocidade e > amplitude.
As ondas sísmicas propagam-se em diferentes direções e atingem diversas estações sismográficas em tempos diferentes porque a distância epicentral é diferente.
Distância epicentral
Distância que separa o epicentro da estação sismográfica.
Relacionando:
___________________________
| |
intervalo de tempo espaçamento
(atraso S-P) das curvas
| |
------------------------------------------
|
pode-se determinar
|
Distância do sismógrafo ao epicentro
Regra Empírica
- Válida para distâncias epicentrais superiores a 100Km.
- Pode ser utilizada para determinar a distância epicentral de um modo aproximado.
A intensidade de um sismo depende entre outros fatores:
- Da profundidade do foco (ou hipocentro);
- Da distância epicentral;
- Da natureza do subsolo;
- Da quantidade de energia libertada no foco;
- Do número de habitantes;
- Do grau de preparação da população para agir adequadamente numa situação de catástrofe de modo a proteger-se e proteger os outros.
Isossistas
Representação gráfica, em torno do epicentro, de linhas curvas que unem os pontos onde um sismo atingiu a mesma intensidade.
Mais informações: http://www.youtube.com/watch?v=zkU_Q_Yyc-w
Bibliografia: http://www.youtube.com/watch?v=zkU_Q_Yyc-w
Caderno de Geologia.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Existem parâmetros para caracterizar um sismo, podem ser: foco e hipocentro; epicentro; profundidade local; frente de onda; raio sísmico.
O epicentro do sismo pode ser na terra mas também pode ser no mar, quando isso acontece forma um maremoto ou um tsunami ou rás de maré.
Quando o epicentro se desloca no mar, a deslocação súbita das rochas forma uma onda. Esta onda percorre o oceano a uma grande velocidade que per vezes passa despercebida. Ao atingir águas pouco profundas a sua velocidade diminui o que faz com que esta se torne mais alta e íngreme atingindo a costa com muita força.
As ondas sísmicas são manifestações da energia libertada no foco correspondentes as vibrações das partículas rochosas.
As ondas podem ser: de volume ou profundas- são ondas que se geram no foco sísmico e propagam-se no interior da terra, estas englobam: as ondas P (primárias, longitudinais ou de compressão)e as ondas S ( secundarias ou transversais), no entanto também podem ser ondas superficiais, longas ou L-estas resultam da interferência das ondas interiores á superfície terrestre: ondas de love ou ondas R ou de Rayleigh.
Ondas P => vibram paralelamente á direcção da propagação da onda, propagam-se nos três estados(sólido, líquido e gasoso) e são as ondas com maior velocidade.
Ondas S=> vibram perpendicularmente á direcção da propagação da onda, propagam-se apenas no estado sólido e são mais lentas do que as ondas P.
propagam-se em diferentes sentidos, atingem diferentes estações sismográficas diferentes porque a distância epicentral é diferentes.
Ondas de Love=> vibram horizontalmente fazendo um ângulo reto com a propagação da onda, propagam-se apenas no estado sólido e são ondas lentas(3,0km/s).
Ondas de Rayleigh=>descrevem um movimento elíptico perpendicular á onda, propagam-se no meio sólidos e são as ondas mais lentas e as mais destruidoras.
A velocidade das ondas P é directamente proporcional á compressibilidade e á rigidez dos materiais e inversamente proporcional á densidade dos mesmos.
A velocidade das ondas S é directamente proporcional á rigidez dos materiais, não dependem da incompressibilidade e é inversamente proporcional é densidade.
O registo das vibrações sísmicas feitas pelos sismógrafos permite-nos retirar informações acerca das características das zonas terrestres atravessadas pelas ondas sísmicas permite-nos também determinar o hipocentro, o epicentro e a energia libertada no foco.
Em suma , as ondas sísmicas
Bibliografia :caderno 10º geologia
https://www.google.pt/search?q=sismologia&espv=210&es_sm=93&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=D1X2UvKvLezA7Aasx4DoDQ&ved=0CAkQ_AUoAQ&biw=1280&bih=699#q=teoria+do+ressalto+el%C3
http://cienciasilvia.blogspot.pt/2011/09/as-ondas-sismicas-e-as-3-fases-dos.html
O epicentro do sismo pode ser na terra mas também pode ser no mar, quando isso acontece forma um maremoto ou um tsunami ou rás de maré.
Quando o epicentro se desloca no mar, a deslocação súbita das rochas forma uma onda. Esta onda percorre o oceano a uma grande velocidade que per vezes passa despercebida. Ao atingir águas pouco profundas a sua velocidade diminui o que faz com que esta se torne mais alta e íngreme atingindo a costa com muita força.
As ondas sísmicas são manifestações da energia libertada no foco correspondentes as vibrações das partículas rochosas.As ondas podem ser: de volume ou profundas- são ondas que se geram no foco sísmico e propagam-se no interior da terra, estas englobam: as ondas P (primárias, longitudinais ou de compressão)e as ondas S ( secundarias ou transversais), no entanto também podem ser ondas superficiais, longas ou L-estas resultam da interferência das ondas interiores á superfície terrestre: ondas de love ou ondas R ou de Rayleigh.
Ondas P => vibram paralelamente á direcção da propagação da onda, propagam-se nos três estados(sólido, líquido e gasoso) e são as ondas com maior velocidade.
Ondas S=> vibram perpendicularmente á direcção da propagação da onda, propagam-se apenas no estado sólido e são mais lentas do que as ondas P.
propagam-se em diferentes sentidos, atingem diferentes estações sismográficas diferentes porque a distância epicentral é diferentes.
Ondas de Love=> vibram horizontalmente fazendo um ângulo reto com a propagação da onda, propagam-se apenas no estado sólido e são ondas lentas(3,0km/s).
Ondas de Rayleigh=>descrevem um movimento elíptico perpendicular á onda, propagam-se no meio sólidos e são as ondas mais lentas e as mais destruidoras.
A velocidade das ondas P é directamente proporcional á compressibilidade e á rigidez dos materiais e inversamente proporcional á densidade dos mesmos.
A velocidade das ondas S é directamente proporcional á rigidez dos materiais, não dependem da incompressibilidade e é inversamente proporcional é densidade.
O registo das vibrações sísmicas feitas pelos sismógrafos permite-nos retirar informações acerca das características das zonas terrestres atravessadas pelas ondas sísmicas permite-nos também determinar o hipocentro, o epicentro e a energia libertada no foco.
Em suma , as ondas sísmicas
Bibliografia :caderno 10º geologia
https://www.google.pt/search?q=sismologia&espv=210&es_sm=93&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=D1X2UvKvLezA7Aasx4DoDQ&ved=0CAkQ_AUoAQ&biw=1280&bih=699#q=teoria+do+ressalto+el%C3
http://cienciasilvia.blogspot.pt/2011/09/as-ondas-sismicas-e-as-3-fases-dos.html
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Sismologia!
É o ramo da geologia que se dedica ao estudo dos sismos, as suas causas e os seus efeitos.
Um sismo é um movimento vibratório brusco
da superfície terreste, originado pela súbita libertação de energia por parte
dos materiais litológicos.
Os sismos podem classificar-se
em: microssismos que
não causam danos significativos ou são mesmo impercetíveis ou em macrossismos que libertam grande quantidade de
energia, sendo muito perceptíveis á população.

As causas que estão na origem dos sismos podem ser: naturais como: sismos de colapso, sismos vulcânicos ou sismos tectónicos ou artificiais.
Os sismos
tectónicos resultam do acumular de tensões provocadas
por movimentos tectónicos. Os movimentos tectónicos podem implicar três tipos de forças:
Forças compressivas que provocam a compressão dos
materiais uns contra os outros, diminuindo a distância entre as partículas, e
originam falhas inversas.
Forças distensivas que
distendem os materiais, aumentando a distância entre as partículas, e originam falhas normais.
Forças de cisalhamento que correspondem a
movimentos horizontais que provocam o estreitamento e a distensão dos
materiais, originando falhas transformantes.
Teoria do Ressalto Elástico!
A teoria do
ressalto elástico enunciada por Henry Reid tenta explicar a origem dos sismos tectónicos:
Á medidas que vão sendo deformadas, devido
á acção de forças, as rochas vão acumulando energia.
Quando,
sob a acção das forças ultrapassam o limite de elasticidade, dá-se a rutura da
rocha e o deslocamento dos 2 blocos rochosos (falha)
com libertação brusca de toda a energia acumulada, produzindo calor,
trituração do material na falha e ondas sísmicas. O material, após a formação
da falha, recupera a forma inicial, isto é, deixa de estar deformado.
bibliografia: caderno 10º geologia
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
A Vulcanologia e o Vulcanismo
O que é a vulcanologia?
A vulcanologia é o estudo das manifestações vulcânicas.
Principais tipos de vulcanismo
- Vulcanismo primário ou eruptivo;
(vulcanismo central, vulcanismo fissural)
- Vulcanismo secundário, residual ou atenuado.
(fumarolas, nascentes termais, geiseres)
Vulcanismo primário - caracteriza-se pela ocorrência de erupções vulcânicas.
Vulcanismo secundário - caracteriza-se pela atividade vulcânica não eruptiva.
O que é uma erupção vulcânica?
É um tipo de atividade vulcânica caracterizada pela emissão de materiais vulcânicos no estado sólido, líquido e gasoso.
As estruturas naturais que permitem a libertação desses materiais do interior do nosso planeta chamam-se aparelhos vulcânicos.
Vulcanismo do tipo central
Neste tipo de vulcanismo o aparelho vulcânico chama-se vulcão e é, geralmente, formado pelas seguintes estruturas:
- cratera vulcânica principal;
- cone vulcânico principal;
- chaminé vulcânica principal;
- câmara magmática;
- cratera vulcânica secundária;
- chaminé vulcânica secundária.
Vulcanismo do tipo fissural
Neste tipo de vulcanismo as erupções ocorrem ao longo de fraturas ou fendas da superfície terrestre.
Magma
Material de origem profunda, formada por uma mistura de silicatos em fusão (rocha fundida), entre 800º e 1500ºC
Constituído por três frações:
- sólida (minerais em suspensão);
- líquida (material silicatado fundido);
- gasosa: vapor de água, dióxido de enxofre e dióxido de carbono.
Tipos de erupções
- gases
calmas - efusivas - lavas (repuxos, rios, lagos) - fluídas
- piroclastos (bombas)
- gases
violentas - explosivas - piroclastos (bombas, lapilli, cinzas)
- lavas - muito viscosas
A vulcanologia é o estudo das manifestações vulcânicas.
Principais tipos de vulcanismo
- Vulcanismo primário ou eruptivo;
(vulcanismo central, vulcanismo fissural)
- Vulcanismo secundário, residual ou atenuado.
(fumarolas, nascentes termais, geiseres)
Vulcanismo primário - caracteriza-se pela ocorrência de erupções vulcânicas.
Vulcanismo secundário - caracteriza-se pela atividade vulcânica não eruptiva.
O que é uma erupção vulcânica?
É um tipo de atividade vulcânica caracterizada pela emissão de materiais vulcânicos no estado sólido, líquido e gasoso.
As estruturas naturais que permitem a libertação desses materiais do interior do nosso planeta chamam-se aparelhos vulcânicos.
Vulcanismo do tipo central
Neste tipo de vulcanismo o aparelho vulcânico chama-se vulcão e é, geralmente, formado pelas seguintes estruturas:
- cratera vulcânica principal;
- cone vulcânico principal;
- chaminé vulcânica principal;
- câmara magmática;
- cratera vulcânica secundária;
- chaminé vulcânica secundária.
Vulcanismo do tipo fissural
Neste tipo de vulcanismo as erupções ocorrem ao longo de fraturas ou fendas da superfície terrestre.
Magma
Material de origem profunda, formada por uma mistura de silicatos em fusão (rocha fundida), entre 800º e 1500ºC
Constituído por três frações:
- sólida (minerais em suspensão);
- líquida (material silicatado fundido);
- gasosa: vapor de água, dióxido de enxofre e dióxido de carbono.
Tipos de erupções
- gases
calmas - efusivas - lavas (repuxos, rios, lagos) - fluídas
- piroclastos (bombas)
- gases
violentas - explosivas - piroclastos (bombas, lapilli, cinzas)
- lavas - muito viscosas
As intervenções do homem nos subsistemas terrestres
Devido ao crescimento
populacional e ao desenvolvimento económico e tecnológico, este aumenta a exploração
dos recursos naturais.
Os recursos naturais são elementos constituintes
da Terra com utilidade para o Homem, no sentido de permitir a sua sobrevivência
e o desenvolvimento da civilização.
Recursos naturais renováveis são
aqueles que podem ser substituídos de tempos a tempos por exemplo: Hídricos, Solos, Energias:
solar, hidroeléctrica, geotérmica, …
Recursos naturais não renováveis
são aqueles que a terra possui quantidades de certos materiais que por maiores
que possam parecer são limitados e na maior parte das situações podem demorar milhões
de anos a serem renovados, ou seja, os materiais são finitos.
O desenvolvimento sustentável
é aquele que satisfaz as necessidades do ser humano no presente sem por em
causa as necessidades das gerações futuras.
O crescimento demográfico, a
desertificação de certas áreas e a poluição de outras levam a uma maior ocupação
de áreas de risco geológico, as populações humanas ficam sujeitas, com
maior probabilidade, a desastres geológicos como: erupções vulcânicas,
deslizamento de terrenos, sismos, inundações…
As ocupações de áreas de
risco são: zonas costeiras, leito de cheias de rios e vertentes com forte inclinação.
A produção de resíduos consiste
no aumento da exploração dos recursos naturais.
A poluição pode afectar o
solo, o ar e a água.
Para defesa do ambiente e
contributo para um desenvolvimento mais sustentável foi criada a politica dos
cinco R que são: reduzir, reutilizar, reciclar,
respeitar e responsabilizar.
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Terra um
planeta muito especial
Apesar
das semelhanças de cada um apresentam varias características como: morfológicas,
geológicas e ambientais únicas.
A geologia
planetária tem como objetivo estudar os planetas e a estrutura
interna dos planetas, a cartografia e albeto,
a composição e a cronologia
relativa e absoluta.
O estudo
dos planetas permitiu identificar três tipos de estrutura: endógenas, exógena e exóticas.
As estruturas
endógenas originam-se por processos e forças que atuam no interior dos planetas,
as estruturas exógenas originam-se por processos e forças que se originam á sua
superfície e as exóticas originam-se por processos e forças que têm origem no
exterior dos planetas.
Existem
dois planetas que são geologicamente inativos, ou seja, não apresentam sinais
atuais de dinâmica interna ou externa como: Mercúrio e Marte. Contrariamente, os
planetas Vénus e Terra são geologicamente ativos, pois apresentam sinais atuais
de dinâmica interna e externa.
A atividade
geológica resulta da açao de um agente modificador.
Os agentes
modificadores podem ser externos ou internos, os externos resultam do calor
irradiado pelo sol, da água e do impacto dos meteoritos.
Os agentes
internos resultam da acreção do planeta, da contração gravítica e do decaimento
radiactivo.
A intenção
gravitacional entre a Terra e a Lua é responsável pelas marés dos oceanos e
pela rotação mais lenta da Terra.
Dentro
deste sistema Terra-Lua existem mares lunares. Estes são zonas planas e escuras,
apresentam poucas crateras de impacto e apresentam mascons.
Os continentes
lunares são zonas acidentadas, claras e formadas por anortositos e noritos.
Ocupam grande parte da superfície e apresentam muitas crateras de impacto.
Na lua
não existe água, nem atmosfera e por isso não ocorre erosão hidráulica ou eólica.
Na lua
existe rególito que é um material acinzentado que cobre as rochas lunares, é um
pó fino de várias dimensões. De dia dilatam e á noites contraem-se com o frio.
A lua
é como se fosse um “fóssil” da Terra, é contemporânea da Terra, é geologicamente
inactivo e permite obter dados sobre os constituintes da Terra.
A Terra
é um planeta especial devido a esta não estar nem muito longe nem pouco próximo
do sol, havendo assim existência de água.
A sua
atmosfera possui camada de ozono, a temperatura não varia muito, apresenta
massa suficiente para possuir uma força de gravidade e é o único planeta onde
se conhece vida.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Pequenos corpos do sistema solar:
Asteróides
São corpos de pequenas dimensões e de forma
irregular, existem aos milhões, mas apenas duas centenas apresentam diâmetro
superior a100km,sendo corpos diferenciados ou seja tem uma estrutura externa em
camadas.
A origem dos
asteróides e explicada pelo resultado das condensações da nebulosa solar
original, mas que não conseguiram aglomerar toda a matéria em volta na forma de
um planeta do sistema solar, devido à existência de planetas maiores ou então
que um asteróide pode resultar da colisão de planetas ou outros corpos.
Os asteróides localizam
se na cintura de asteróides e também na cintura de kuiper. São muito escuros e
absorvem a luz com facilidade.
Cometas
São corpos de pequenas dimensões (1-10km)
esféricos constituídos por poeiras, agua e gases congelados, semelhante a um
asteróide, mas composto principalmente por gelo. Os cometas podem ter origem na
cintura de kuiper ou na nuvem de Oort. Apresentam orbitas muito excêntricas. Quando se aproximam do sol
aquecem e sofrem o efeito do vento solar.
Os cometas são constituídos por:
núcleo, cabeleira e cauda.
O núcleo é sólido, composto por
uma espécie de gelo sujo, a cada passagem pelo sol seu diâmetro diminui alguns,
podendo ser vistos várias vezes.
A cabeleira aparece sob a forma de nebulosidade
sobre o núcleo como uma espécie de atmosfera que pode ter seu volume muito
maior do que o da terra.
A cauda a cada passagem pelo sol
o diâmetro do núcleo diminua em alguns metros. Os cometas possuem dois tipos de
caudas: uma constituída por poeira e a outra por plasma. A cauda é formada por
uma onda electromagnética e pelo vento solar, aponta sempre a direcção radial
contrária ao sol.~
Meteoróides:
Os meteoróides são corpos de dimensões
variáveis que, uma vez atraídos pela força da gravidade dos planetas podem
chocar com a sua superfície. Os meteoróides podem ter origem na degradação de
cometas ou na colisão entre dois asteróides.
Os meteoróides quando vaporizam-se na atmosfera designam-se
meteoros e quando são encontrados na superfície terreste designam- se
meteoritos.
Meteoritos-crateras de impacto
As crateras de impacto
são depressões circulares, com bordos elevados, pela acumulação de material
proveniente do meteorito e ejectado do solo. As maiores crateras apresentam uma
elevação ou em anel central, originados pelas ondas de descompressão e paredes
com terraços. A dimensão, o aspeto e a profundidade da
cratera estão relacionados com a dimensão dos meteoritos.
Classificação dos meteoritos e meteoróides
Sideritos
ou férreos: São, essencialmente, formados por uma liga metálica de ferro e
níquel e apresentam inclusões de um mineral não muito frequente na Terra – a
troilite.
Siderólitos
ou petroférreos:São constituídos por proporções idênticas de minerais
silicatados, tal como feldspato, e de uma liga metálica de ferro e níquel.
Aerólitos ou pétreos: Possuem na sua
composição uma elevada percentagem de minerais silicatados e uma reduzida
percentagem da liga ferro e níquel. Podem ser:
Condritos: São meteoritos pétreos com côndrulos
(pequenos agregados esféricos, com cerca de 1 mm de diâmetro, de minerais de
alta temperatura, tais como a olivina e a piroxena).Podem ser: Ordinários ou Carbonáceos.
Acondritos: São meteoritos pétreos de textura homogénea
ou seja sem o desenvolvimento de côndrulos, apresentando grande semelhança com
as rochas da superfície terrestre, em composição e textura.
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