sexta-feira, 4 de abril de 2014

Teoria celular
A célula é a unidade básica estrutural e funcional de todos os seres vivos, ou seja, todos os seres vivos são constituídos por células, onde ocorrem os processos vitais;
Todas as células provêm de células pré-existentes;
A célula é a unidade de reprodução, de desenvolvimento e de hereditariedade dos seres vivos.
Tipos de organização estrutural das células:
Células procarióticas: Não apresentam membrana nuclear (o material genético encontra-se em contacto com o citoplasma) nem organelos membranares.
Células eucarióticas: Apresentam membrana nuclear e organelos membranares.
Quais as principais diferenças e semelhanças entre células
 procarióticas e as células eucarióticas?

Ø  O tamanho das células procarióticas é inferior ao tamanho das células eucarióticas.
Ø  As células eucarióticas apresentam membrana nuclear que permite a existência de núcleo.
Ø  Todos os tipos de célula apresentam membrana celular
Ø  Todas as células procarióticas apresentam parede celular mas apenas as células eucarióticas vegetais a apresentam.
Ø  O tamanho dos ribossomas das células procarióticas é inferior ao tamanho dos ribossomas das células eucarióticas.
Quais as principais diferenças e semelhanças entre células eucarióticas animais e vegetais?
Ø  A célula animal não tem parede celular nem cloroplastos o que a célula vegetal apresenta.
Ø  A célula vegetal não tem centríolos o que a célula animal não tem.
Ø   
Ø  Os vacúolos são maiores nas células vegetais.



Constituintes básicos da célula
Biomoléculas: As biomoléculas resultam da união de bioelementos. As biomoléculas podem ser:
Biomoléculas inorgânicas, que estão também no meio físico ,como por exemplo: A água.
Biomoléculas orgânicas, que são produzidas e existem nos seres vivos , como por exemplo: Os prótidos, hidratos de carbono, lípidos, ácidos nucleicos.

 Água
A água é o constituinte principal de todos os seres vivos (65% a 98%).
A molécula de á é polar, mas electricamente neutra.
Os átomos de hidrogénio de uma molécula são atraídos pelos átomos de oxigénio das moléculas vizinhas estabelecendo-se pontes de hidrogénio.
 As propriedades da água são:
Ø  Enorme poder dissolvente
Ø  Elevado calor específico
Ø  Elevado calor de vaporização
Ø  Elevada força de coesão e de adesão
As funções biológicas da água são:
Ø  Atua como suporte para a difusão de muitas substâncias.
Ø  Excelente solvente, permitindo o transporte de grande número de substâncias.
Ø  Intervém nas reações de hidrólise.
Ø  Moderador da temperatura dos organismos  
Meio onde ocorre a maioria das reações  metabólicas vitais.


bibliografia:http://www.google.com/search?q=celula+eucariotica+vegetal&prmd=ivns&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=kbI-U46fFKLS0QWIvoC4CA&ved=0CAUQ_AU
http://www.google.com/search?q=celula+eucariotica+animal&tbm=isch&oq=celula+eucariotica+animal&gs_l=img.3..0l4j0i24l5.40871.41859.0.42148.6.6.0.0.0.0.165.687.1j5.6.0....0...1ac.1.34.img..0.6.687.ftGpq8ODPfs

http://www.google.com/search?q=celula+procariotica&tbm=isch&oq=celula+procariotica&gs_l=img.3..0l7.58334.61730.0.62138.12.4.0.8.8.0.156.483.0j4.4.0....0...1ac.1.34.img..0.12.616.eCyGBx4oM2c

sexta-feira, 7 de março de 2014

Ø Nova espécie de dinossauro…descoberta na China.
    É um dinossauro carnívoro. Foi descoberto por um grupo de paleontólogos uma nova espécie de dinossauro na China, o qual deram o nome de Linhenykus monodactylus. O primeiro nome refere-se à localidade perto da qual foram encontrados os seus fósseis: Linhe. O segundo tem a ver com uma particularidade daquela espécie, que tinha apenas um dedo em cada pata dianteira.
    O dinossauro viveu entre 84 e 75 milhões de anos.

    A nova espécie pertence à família dos Alvarezsuridae, um ramo dos terópodes, um grupo de dinossauros carnívoros do qual fazia parte o Yranossaurus rex e o velociraptor. Os terópodes são também os antepassados dos pássaros modernos.       Entre os fósseis da nova espécie de dinossauro que foram encontrados incluem-se um conjunto de vértebras, ossos dos membros superiores, parte dos ossos da bacia e dos pés.
Bibliografia: https://www.google.pt/search?q=nova+descoberta+do+dinossauro+na+china&espv=210&es_sm=93&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=mkUaU7ukH-ip7AaKsIGoAQ&ved=0CA

quinta-feira, 6 de março de 2014

Biosfera!
A biosfera é um sistema que inclui todas as razoes da terra onde existe vida, é também o conjunto de todos os ecossistemas existentes no nosso planeta.
A diversidade biológica são os tipos de seres vivos que existem num determinado ambiente. Quanto maior a biodiversidade maior o número de espécies e maior o número de relações que se estabelecem entre si.
Espécie é o conjunto de seres vivos muito semelhantes que se cruzam entre si originando descendentes férteis.
Um ecossistema é o conjunto de seres vivos (comunidade ou biocenose) que se relacionam entre si e com o meio que os envolve (biótopo).
População é o conjunto de seres vivos da mesma espécie que vivem num determinado local (habitat) num determinado tempo. (Ex: carvalhos, cabras, giestas…)
Comunidade é o conjunto de seres vivos de diferentes espécies que vivem num determinado local num determinado tempo. (Ex: todos os seres vivos de um bosque.)
O biótopo é o lugar onde vive a comunidade e que a suporta.
Existem três tipos de relações, são elas: relações bióticasrelações abióticas e relações tróficas.
As relações bióticas (relação entre seres vivos) são: para obter alimento; na luta pelo território; para acasalamento ou pela posse da fêmea e para cuidar das crias.
As relações abióticas (inter-relação dos seres vivos/meio) são: para obter/perder calor; para obter local de abrigo ou meio para se deslocar; para obter água e sais minerais; para expulsar os resíduos das actividades fisiológicas e para obter condições adequadas de luminosidade…
E por fim as relações tróficas (relações alimentares entre os seres vivos) que permitem a obtenção de matéria e energia através das cadeias alimentares (sequencia de seres vivos em que um serve de alimento a outro).
Num ecossistema ocorrem inter-relações entre as várias cadeias alimentares, constituindo teias alimentares ou redes tróficas.
Características comuns aos seres vivos: são constituídos por células; mantem o seu meio interno em equilíbrio; são capazes de nutrição; reagem a estímulos ambientais; podem evoluir ao longo do tempo; composição química complexa e crescem e reproduzem-se.
Átomoàmoléculaàorgâneloàcélulaàtecidoàórgãoàsistemaàorganismoàpopulaçãoàcomunidadeàecossistemaàbiosfera.
Bibliografia: caderno de biologia 10º
https://www.google.pt/search?q=biosfera&espv=210&es_sm=93&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=JwD8UrXnOaif7Aav84HYCg&ved=0CAkQ_AUoAQ&biw=1280&bih=699#facrc=_&imgdii=_&imgrc=Bhe5f4QJSJ

quarta-feira, 5 de março de 2014

Sismos e tectónica de placas!
As áreas de grande actividade sísmica coincidem com zonas instáveis da Terra situando-se geralmente nos limites de placa litosférica:
Ø Cerca de 95% dos sismos do globo ocorrem em zonas localizadas junto às fronteiras de placas tectónicas, ou seja, sismos interplacas.
Ø Cerca de 5% dos sismos têm origem em falhas ativas localizadas no interior das placas, ou seja, sismos intraplacas.
Sismicidade interplaca
Limites convergentes:
Ø Os sismos ocorrem ao longo das placas em colisão;
Ø A actividade sísmica é intensa e frequente, nomeadamente ao nível das zonas de subducção;
Ø As fronteiras convergentes correspondem às zonas de maior sismicidade e com sismos de maior magnitude;
Ø A cintura circumpacífica e a cintura mediterrânico-asiática são das duas zonas associadas a este tipo de limite de placas.
Limites divergentes:
Ø Os sismos ocorrem ao longo das placas que estão em movimento de separação, ao nível das dorsais oceânicas;
Ø Sismos de foco pouco profundo, menos de 70km,e geralmente de menor magnitude e localizados em falhas paralelas ao rifte.
Ø Apresentam, geralmente, menor magnitude do que os sismos associados a fronteiras convergentes.
Limites conservativos
Ø Os sismos ocorrem ao longo das placas que deslizam horizontalmente, uma em relação á outra-falhas transformantes.
Ø Nas zonas em que as placas deslizam em sentidos opostos geram-se frequentemente sismos, geralmente de pequena profundidade não superior a 100 km.

Sismicidade em Portugal
Entre as placas euro-asiática, americana e africana: sismicidade interplaca.
No interior da placa euro-asiática: sismicidade intraplaca.

Minimização de riscos sísmicos
Previsão
Ø Aparecimento de pequenas fraturas no interior de rochas próximas de falhas;
Ø Ocorrência de sucessivos microssismos devido às pequenas ruturas;
Ø Flutuações no campo magnético terreste;
Ø Alteração da condutividade eléctrica;
Ø Modificações na densidade das rochas;
Ø Alteração no nível da água de poços junto a falhas;
Ø Anomalias no comportamento animal.
      Prevenção
Ø Planos de evacuação das populações e respetivo treino;
Ø  Organização de serviços da proteção civil: definição de planos de açao e formação pessoal;
Ø Educação da população;
Ø Estudo geológico dos terrenos onde serão construídos edifícios públicos.

Antes de ocorrer um sismo o que devemos fazer?
Ø  Prepara a tua casa por forma a facilitar os movimentos, libertando os corredores e passagens, arrumando moveis e brinquedos;
Ø  Identifica os lugares mais seguros:cantos de paredes, debaixo das mesas e de camas;
Ø  Mantém uma distância de segurança em relação a objetos que possam cair ou estilhaçar.
Durante um sismo o que devemos fazer?
Ø  Mantém-te afastado de janelas e espelhos e tem muito cuidado com a queda de candeeiros, movéis ou outros objetos;
Ø  Não corras nem andes a vaguear pelas ruas;
Ø  Mantém-te afastado dos edifícios, sobretudo dos mais degradados, altos ou isolados,dos postes de eletrecidade e outros objetos que possam cair;
Ø  Afasta-te de taludes, muros, chaminés e varandas.
Depois de um sismo o que devemos fazer?
Ø Mantém a calma e conta com a orrência  de possíveis réplicas;
Ø Não te precepites para as escadas ou saídas;
Ø Não utilizes elevadores;
Ø Corta a água e o gás e desliga a eletricidade.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Sismologia

 sismograma serve para:
- retirar informações sobre as características das zonas terrestres atravessadas pelas ondas sísmicas.
- determinar o hipocentro, o epicentro e a energia libertada no foco.

são registadas as ondas P ------- > velocidade e < amplitude.
são registadas as ondas S ------- < velocidade e > amplitude.
são registadas as ondas L ------- < velocidade e > amplitude.








As ondas sísmicas propagam-se em diferentes direções e atingem diversas estações sismográficas em tempos diferentes porque a distância epicentral é diferente.

Distância epicentral
Distância que separa o epicentro da estação sismográfica.

Relacionando:
                         ___________________________
                         |                                                    |
           intervalo de tempo                         espaçamento
               (atraso S-P)                                 das curvas
                       |                                                      |
                       ------------------------------------------
                                                 |
                                   pode-se determinar
                                                |
                  Distância do sismógrafo ao epicentro           
   

Regra Empírica
- Válida para distâncias epicentrais superiores a 100Km.
- Pode ser utilizada para determinar a distância epicentral de um modo aproximado.

A intensidade de um sismo depende entre outros fatores:
- Da profundidade do foco (ou hipocentro);
- Da distância epicentral;
- Da natureza do subsolo;
- Da quantidade de energia libertada no foco;
- Do número de habitantes;
- Do grau de preparação da população para agir adequadamente numa situação de catástrofe de modo a proteger-se e proteger os outros.

Isossistas
Representação gráfica, em torno do epicentro, de linhas curvas que unem os pontos onde um sismo atingiu a mesma intensidade.


Mais informações: http://www.youtube.com/watch?v=zkU_Q_Yyc-w

Bibliografia: http://www.youtube.com/watch?v=zkU_Q_Yyc-w
                      Caderno de Geologia.




sábado, 8 de fevereiro de 2014

  Existem parâmetros para caracterizar um sismo, podem ser: foco e hipocentro; epicentro; profundidade local; frente de onda; raio sísmico.
   O epicentro do sismo pode ser na terra mas também pode ser no mar, quando isso acontece forma um maremoto ou um tsunami ou rás de maré.
   Quando o epicentro se desloca no mar, a deslocação súbita das rochas forma uma onda. Esta onda percorre o oceano a uma grande velocidade que per vezes passa despercebida. Ao atingir águas pouco profundas a sua velocidade diminui o que faz com que esta se torne mais alta e íngreme atingindo a costa com muita força.
   As ondas sísmicas são manifestações da energia libertada no foco correspondentes as vibrações das partículas rochosas.
 As ondas podem ser: de volume ou profundas- são ondas que se geram no foco sísmico e propagam-se no interior da terra, estas  englobam: as ondas P (primárias, longitudinais ou de compressão)e as ondas S ( secundarias ou transversais), no entanto também podem ser ondas superficiais, longas ou L-estas resultam da interferência das ondas interiores á superfície terrestre: ondas de love ou ondas R ou de Rayleigh.
     Ondas P => vibram paralelamente á direcção da propagação da onda, propagam-se nos três estados(sólido, líquido e gasoso) e são as ondas com maior velocidade.
     Ondas S=> vibram perpendicularmente á direcção da propagação da onda, propagam-se apenas no estado sólido e são mais lentas do que as ondas P.
 propagam-se em diferentes sentidos, atingem diferentes estações sismográficas diferentes porque a distância epicentral é diferentes. 
       Ondas de Love=> vibram horizontalmente fazendo um ângulo reto com a propagação da onda, propagam-se apenas no estado sólido e são ondas lentas(3,0km/s).
     Ondas de Rayleigh=>descrevem um movimento elíptico perpendicular á onda, propagam-se no meio sólidos e são as ondas mais lentas e as mais destruidoras.
     A velocidade das ondas P é directamente proporcional á compressibilidade e á rigidez dos materiais e inversamente proporcional á densidade dos mesmos.
     A velocidade das ondas S é directamente proporcional á rigidez dos materiais, não dependem da incompressibilidade e é inversamente proporcional é densidade.
     O registo das vibrações sísmicas feitas pelos sismógrafos permite-nos retirar informações acerca das características das zonas terrestres atravessadas pelas ondas sísmicas permite-nos  também determinar o hipocentro, o epicentro e a energia libertada no foco.
     Em suma , as ondas sísmicas
Bibliografia :caderno 10º geologia
https://www.google.pt/search?q=sismologia&espv=210&es_sm=93&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=D1X2UvKvLezA7Aasx4DoDQ&ved=0CAkQ_AUoAQ&biw=1280&bih=699#q=teoria+do+ressalto+el%C3
http://cienciasilvia.blogspot.pt/2011/09/as-ondas-sismicas-e-as-3-fases-dos.html



sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Sismologia!
É o ramo da geologia que se dedica ao estudo dos sismos, as suas causas e os seus efeitos.
Um sismo é um movimento vibratório brusco da superfície terreste, originado pela súbita libertação de energia por parte dos materiais litológicos.
Os sismos podem classificar-se em: microssismos que não causam danos significativos ou são mesmo impercetíveis ou em macrossismos que libertam grande quantidade de energia, sendo muito perceptíveis á população.

As causas que estão na origem dos sismos podem ser: naturais como: sismos de colapso, sismos vulcânicos ou sismos tectónicos ou artificiais.
Os sismos tectónicos resultam do acumular de tensões provocadas por movimentos tectónicos. Os movimentos tectónicos podem implicar três tipos de forças:
  Forças compressivas que provocam a compressão dos materiais uns contra os outros, diminuindo a distância entre as partículas, e originam falhas inversas.
 Forças distensivas que distendem os materiais, aumentando a distância entre as partículas, e originam falhas normais.
 Forças de cisalhamento que correspondem a movimentos horizontais que provocam o estreitamento e a distensão dos materiais, originando falhas transformantes.

Teoria do Ressalto Elástico!
A teoria do ressalto elástico enunciada por Henry Reid tenta explicar a origem dos sismos tectónicos:

   As rochas sofrem deformações elásticas devido á atuação das forças (compressivas, distensivas ou de cisalhamento).
Á medidas que vão sendo deformadas, devido á acção de forças, as rochas vão acumulando energia.
 Quando, sob a acção das forças ultrapassam o limite de elasticidade, dá-se a rutura da rocha e o deslocamento dos 2 blocos rochosos (falha) com libertação brusca de toda a energia acumulada, produzindo calor, trituração do material na falha e ondas sísmicas. O material, após a formação da falha, recupera a forma inicial, isto é, deixa de estar deformado.


 bibliografia: caderno 10º geologia